"50 são os novos 30": essa frase entrou tanto na moda que virou até título de um filme francês que passou há pouco tempo. Esse filme se chamava originalmente "Marie-Francine", que é o nome da protagonista. Bem, o título brasileiro, claro, foi um lance de esperteza, de apelo comercial, mas no fim, caiu como uma luva porque a personagem principal, a já citada Marie-Francine, de repente descobre que o marido quer o divórcio porque se apaixonou por uma mulher que podia ser filha dele. Na sequência, ela perde o emprego de pesquisadora - bióloga - e acaba tendo que ir morar na casa dos pais, que por sua vez, a tratam como uma menina incompetente. Por fim, ela acaba namorando um cara de 50 que também teve que voltar pra casa dos pais porque faliu. O filme é uma comédia romântica gostosa de se ver, e eu recomendo. Mas além de ser um filme divertido, ele fala de uma coisa que tá acontecendo no mundo todo. Graças à crise, mundial, quanta gente com mais de 50 não teve que ...
Registros de deslumbramento e perplexidade. Reflexões sobre a vida. Por Luciana Guerra Malta.